Washignton Bonfim afirma que 95% das metas do plano de governo de Rafael Fonteles foram atingidas
Secretário do Planejamento destacou que a definição das áreas de investimento de um possível próximo mandato será feita em 2027
RedaçãoO secretário estadual de Planejamento do Piauí, Washignton Bonfim, afirmou, nesta segunda-feira (6), que aproximadamente 95% das metas previstas no plano de governo do governador Rafael Fonteles (PT) já foram atingidas.
"Temos basicamente 95% do plano de governo cumprido a essas alturas, fizemos essa avaliação agora dia 30 de junho. Tem algumas metas ainda que serão cumpridas ao longo desse segundo semestre. É um percentual bastante expressivo, que demonstra o compromisso do governador Rafael Fontenes com aquilo que ele registra no TRE como plano de governo", disse Bonfim.
Ao ser questionado sobre as prioridades para o próximo mandato, Bonfim destacou que a definição das áreas de investimento será feita apenas no ano de 2027.
"Na realidade, isso vai ser determinado ano que vem. Hoje, a gente tem uma clara determinação do governador no sentido de fazer a melhoria da infraestrutura do estado, notadamente na questão das estradas que, inclusive, melhoraram muito ao longo desses quatro anos e, também, nas áreas prioritárias relativas à vida do cidadão. Educação, saúde, segurança pública, durante esses quatro anos foram um objeto de investimentos muito importantes, especialmente segurança. Na educação, a questão do tempo integral [nas escolas estaduais] foi universalizado. Na saúde, especialmente o Piauí Saúde Digital e a redução das filas de cirurgia foram marcos dessa gestão", explicou.
Dívida pública
Em relação às críticas da oposição sobre um suposto aumento do endividamento do estado, o secretário assegurou que a política de investimentos do atual governo não compromete a saúde financeira do Piauí.
"Na realidade, o governo tem uma diretriz de prudência fiscal. Nós mudamos o marco fiscal que rege a execução das despesas do Estado. A partir desse ano já estão o Executivo e o Legislativo. A partir do ano que vem, os demais poderes vão estar sob esse novo marco, cuja pedra fundamental é manter a capacidade de investimento do estado, a partir da nota de crédito que é dada pela Secretaria do Tesouro Nacional, que é algo que a gente chama capacidade de pagamento, a CAPAG. O estado não só está atento à questão dos investimentos, especialmente infraestrutura, como está atento à questão da saúde financeira das contas públicas. E o que a oposição perde de vista, e perde de vista de uma maneira um pouco prejudicial para o nosso Piauí, é que nós estamos em um processo de transição da reforma tributária e, a partir do próximo mandato, quem quer que seja o governador vai ter que atender a essa mudança. Essa mudança basicamente retira de toda e qualquer ente federada brasileira a possibilidade de dar incentivo fiscal", informou.