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Cinco tremores de terra são registrados no litoral do Rio de Janeiro

Abalos ocorreram próximo a Saquarema e, segundo especialistas, não oferecem risco à população
Redação
Foto: ReproduçãoTremores de terra de baixa magnitude foram registrados na última sexta-feira (26) na costa do estado do Rio de Janeiro
Tremores de terra de baixa magnitude foram registrados na última sexta-feira (26) na costa do estado do Rio de Janeiro

Cinco tremores de terra de baixa magnitude foram registrados na última sexta-feira (26) na costa do estado do Rio de Janeiro. Os abalos sísmicos ocorreram no oceano, a aproximadamente 75 quilômetros do município de Saquarema, na Região dos Lagos, conforme informou a Rede Sismográfica Brasileira (RSBR).

O maior dos tremores alcançou magnitude 2,5, intensidade considerada baixa e incapaz de provocar danos estruturais ou representar risco significativo para a população.

Segundo a RSBR, os cinco eventos foram detectados em sequência e fazem parte da atividade geológica natural observada na margem continental brasileira. Como ocorreram em alto-mar e distantes da faixa litorânea, os tremores não causaram impactos em áreas habitadas.

O registro ocorre pouco mais de um mês após outra sequência de abalos sísmicos na costa fluminense. Entre os dias 21 e 22 de maio, tremores foram identificados nas proximidades de Maricá, sendo o mais intenso de magnitude 3,3.

De acordo com o sismólogo Gilberto Leite, do Observatório Nacional, esse tipo de fenômeno é relativamente comum no Brasil e não representa perigo para os moradores.

Embora o território brasileiro esteja localizado no interior da Placa Sul-Americana, distante dos limites entre placas tectônicas onde normalmente ocorrem os grandes terremotos —, pequenos abalos podem acontecer em razão da acomodação natural de falhas geológicas existentes tanto no continente quanto na plataforma marítima.

Especialistas reforçam que tremores de baixa magnitude, como os registrados na costa do Rio de Janeiro, são monitorados constantemente pelos órgãos responsáveis e fazem parte da dinâmica geológica natural do planeta.

 

Fonte: Revista40graus, mídias, redes sociais e colaboradores

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