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Ex-príncipe Andrew é solto após 11 horas detido no Reino Unido

Investigações sobre má conduta no exercício de cargo público e possível ligação com Jeffrey Epstein seguem em andamento
Redação
Foto: Reprodução | Steve Parsons/Pool via AP, ArquivoAndrew Mountbatten Windsor
Andrew Mountbatten Windsor

O ex-príncipe Andrew foi solto, nesta quinta-feira (19), após ser preso pela polícia do Reino Unido em meio a investigações de má conduta no exercício de cargo público, que envolvem possíveis ligações com o bilionário Jeffrey Epstein. 

O irmão do rei Charles III ficou detido por cerca de 11 horas. As autoridades disseram que o ex-príncipe “foi liberado enquanto as investigações continuam”. Ainda não há acusação formal nem condenação.

A prisão ocorreu uma semana após autoridades britânicas abrirem investigação para apurar o possível envio de relatórios confidenciais a Jeffrey Epstein enquanto Andrew atuava como representante especial do Reino Unido.

Há, ainda, a acusação de agressão sexual relatada por Virginia Giuffre, testemunha central do caso Epstein.

O ex-príncipe nega todas as acusações.

A prisão

A polícia britânica do Vale do Tâmisa informou, nesta quinta-feira (19), a prisão de um homem sob suspeita de má conduta no exercício de cargo público após “avaliação minuciosa”, e que mantém o suspeito sob custódia. O órgão, no entanto, não mencionou o nome do príncipe Andrew para proteger o nome do detido.

“Após uma avaliação minuciosa, agora abrimos uma investigação sobre esta alegação de má conduta no exercício de cargo público. É importante que protejamos a integridade e a objetividade da nossa investigação enquanto trabalhamos com nossos parceiros para apurar esta suposta infração", afirmou a subchefe de polícia Oliver Wright.

Apesar do nome não ter sido divulgado, os detalhes coincidem com as acusações que envolvem o ex-príncipe.

Em comunicado, o rei Charles III disse que recebeu a notícia da prisão de seu irmão “com preocupação”. O monarca declarou, também, que “a lei deve seguir seu curso”, e que a família real irá prestar “total e irrestrito apoio e cooperação” às autoridades responsáveis pela apuração.

Fonte: Reprodução | g1 | VEJA

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