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Escolas do Brasil abraçam campanha nacional por cidades mais seguras

Ação chega a 42 escolas e forma agentes para fortalecer a prevenção de riscos e desastres no país
Redação

A campanha Cidades sem Risco: #AprenderParaPrevenir está de volta e mais forte do que nunca. Em sua 9ª edição, a iniciativa dos Ministérios das Cidades e da Ciência, Tecnologia e Inovação, em parceria com o Cemaden, levará conhecimento e ferramentas para 42 escolas de 13 municípios, reforçando a importância de comunidades mais preparadas, resilientes e seguras.

Foto: MCIDAlunas da escola Zaíra, em Mauá, durante o lançamento da campanha Cidades sem riscos
Alunas da escola Zaíra, em Mauá, durante o lançamento da campanha Cidades sem riscos

O projeto aposta no que há de mais transformador: educação e participação comunitária. Nas unidades escolares, estudantes, professores e moradores terão acesso a informações sobre risco de desastres, mudanças climáticas, prevenção e adaptação — tudo pensado para construir, desde já, uma cultura que salva vidas e fortalece territórios.

Nesta semana, começou a formação dos 55 agentes mobilizadores e facilitadores, responsáveis por conduzir as ações diretamente nas escolas e comunidades. São 42 mobilizadores escolares e 13 facilitadores municipais que, juntos, irão alcançar milhares de pessoas nos bairros e regiões atendidas. A missão é clara: transformar conhecimento em atitude e atitude em proteção.

“A gente entende que não basta infraestrutura. Precisamos de educação e informação para reduzir riscos e fortalecer a cultura preventiva”, destacou Samia Sulaiman, da Secretaria Nacional de Periferias.

Foto: MCIDCidades sem riscos
Cidades sem riscos

A capacitação dos agentes segue até março de 2026, com três módulos que abordam educação para riscos de desastres, elaboração de projetos e ações práticas junto às comunidades escolares.

Lançada durante a Caravana das Periferias, em Mauá (SP), a campanha conta com investimento de R$ 3,9 milhões, aplicado em cursos, jornadas pedagógicas, eventos presenciais e virtuais, materiais educativos e premiações. Ao final do ciclo, previsto para julho de 2026, cada escola participante terá desenvolvido um projeto próprio de prevenção de riscos, adaptado à realidade local.

É mais um passo animador para um futuro onde prevenção, conhecimento e participação coletiva caminham juntos — formando cidadãos capazes de proteger não apenas a si mesmos, mas também seus territórios e seu futuro.

Fonte: Revista40graus, MCID e colaboradores

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