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Fábio Novo reage e ironiza: “Não vou me intimidar pelo cão de guarda de Ciro”

Quando a coragem fala mais alto que o latido político
Redação

O deputado estadual Fábio Novo (PT) resolveu, nesta última sexta-feira (14), colocar luz onde alguns preferem sombra. E, claro, fez isso reagindo às declarações de Júlio Arcoverde (PP) — que curiosamente só apareceram quando Novo não estava presente. Coincidência? Talvez. Conveniência? Certamente.

Foto: ReproduçãoFábio Novo responde Júlio Arcoverde
Fábio Novo responde Júlio Arcoverde

Segundo Fábio Novo, Arcoverde assumiu com entusiasmo o papel de “cão de guarda” de Ciro Nogueira, partindo para cima não de argumentos, mas de jornalistas que haviam cometido um crime gravíssimo: checar informações. Pois é — parece que, para alguns, investigar virou afronta.

Novo foi direto ao ponto:
“Na minha ausência, de forma covarde, o seu cão de guarda, o deputado Júlio Arcoverde, atacou jornalistas e os chamou de sub-raça, justamente aqueles que buscavam investigar se os fatos eram verdadeiros ou não.”

Enquanto Arcoverde distribuía insultos, Fábio Novo tratava do essencial: a necessidade de esclarecer possíveis ligações entre agentes políticos e o crime organizado — assunto que, segundo ele, não dá para esconder debaixo do tapete, mesmo que alguns tentem puxar o tapete de quem investiga.

Com firmeza, Novo reforçou que não vai se intimidar:

“Eu quero a apuração completa dos fatos. Estamos falando da possibilidade de envolvimento de forças políticas com o crime organizado, algo que precisa ser passado a limpo, sem receio de investigação.”

Coragem, diferente de barulho, não se terceiriza.

Fonte: Revista40graus, colaboradores e outros meios de comunicação

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