Elon Musk inicia 2026 com fortuna estimada em R$ 3,9 trilhões, aponta Forbes

CEO da Tesla e da SpaceX amplia liderança como homem mais rico do mundo e se distancia dos demais bilionários
Redação

O empresário Elon Musk, considerado o homem mais rico do planeta, iniciou o ano de 2026 com uma fortuna estimada em US$ 726 bilhões, o equivalente a cerca de R$ 3,9 trilhões, segundo levantamento divulgado pela revista Forbes nas primeiras horas do dia 1º de janeiro.

Foto: Reprodução | Getty Images
Elon Musk, bilionário e dono da Tesla

De acordo com a publicação, o patrimônio do CEO da Tesla, SpaceX, xAI e da plataforma X (antigo Twitter) cresceu US$ 244 bilhões apenas no último mês, em um movimento contrário ao observado entre outros grandes bilionários. No mesmo período, seis das dez pessoas mais ricas do mundo registraram queda em suas fortunas, influenciadas pela desvalorização de ações com a virada do ano.

Com esse desempenho, Musk passou a ser quase três vezes mais rico que o segundo colocado, o cofundador do Google Larry Page, que encerrou o ano com US$ 257 bilhões, após perder cerca de US$ 5 bilhões no último mês.

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Elon Musk entrou para a história recentemente ao se tornar a primeira pessoa a ultrapassar a marca de US$ 700 bilhões, no dia 19 de dezembro. Poucos dias antes, havia superado os US$ 600 bilhões. Ele ocupa a posição de homem mais rico do mundo pelo 20º mês consecutivo, segundo a Forbes.

Entre as movimentações do ranking, a principal novidade foi o retorno do ex-CEO da Microsoft Steve Ballmer ao top 10, subindo da 11ª para a 10ª colocação, mesmo com leve redução em seu patrimônio.

Os 10 mais ricos do mundo, segundo a Forbes

  1. Elon Musk – US$ 726 bilhões
  2. Larry Page – US$ 257 bilhões
  3. Larry Ellison – US$ 245 bilhões
  4. Jeff Bezos – US$ 242 bilhões
  5. Sergey Brin – US$ 237 bilhões
  6. Mark Zuckerberg – US$ 226 bilhões
  7. Bernard Arnault – US$ 195 bilhões
  8. Jensen Huang – US$ 162 bilhões
  9. Warren Buffett – US$ 149 bilhões
  10. Steve Ballmer – US$ 147 bilhões

O levantamento reforça a forte concentração de riqueza no topo e evidencia o impacto direto do desempenho das grandes empresas de tecnologia e investimentos globais sobre as maiores fortunas do mundo.

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