Senado aprova ampliação gradual da licença-paternidade

Projeto segue, agora, para sanção do presidente Lula
Redação
Foto: Reprodução | Senado Federal - TV Senado
Plenário do Senado Federal

O Senado aprovou, nesta quarta-feira (4), o projeto de lei que aumenta de forma gradual a licença-paternidade.

O texto segue, agora, para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A proposta assegura a garantia de remuneração integral e a estabilidade no emprego em casos de nascimento de filho, de adoção ou de guarda judicial para fins de adoção de criança ou de adolescente.

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Com o projeto, a licença-paternidade passará a ser:

  • de 10 dias, a partir de 2027;
  • de 15 dias, a partir de 2028;
  • de 20 dias, a partir de 2029.

De acordo com o texto, a Previdência será responsável pelo custo do afastamento. A empresa irá efetuar o pagamento e, depois, será reembolsada.

O benefício será negado ou suspenso quando houver dados concretos que confirmem a prática, pelo pai, de violência doméstica ou familiar ou de abandono material em relação à criança ou ao adolescente sob sua responsabilidade.

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