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Alckmin afirma que acordo Mercosul–UE deve entrar em vigor até o fim de maio

Vice-presidente prevê que o texto deve ser aprovado pelo Senado nas próximas duas semanas
Redação
Foto: Reprodução | ANTONIO MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDOGeraldo Alckmin, vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse, nesta sexta-feira (27), que o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeu deve entrar em vigor até o fim de maio.

De acordo com o vice-presidente, a expectativa é que o Senado aprove o texto nas próximas duas semanas, o que possibilita a sanção do presidente Lula ainda em março.

“Depois de aprovado pelo presidente Lula, o acordo entra em vigência em 60 dias. Se aprovarmos em março, até o fim de maio o acordo pode entrar em vigência”, afirmou.

O ministro assegurou que o governo já enviou à Casa Civil uma proposta de decreto para regulamentar as salvaguardas  - mecanismos de proteção que permitem suspender temporariamente a redução de tarifas de importação em caso de impactos negativos da abertura de mercado - previstas no acordo. 

“Hoje encaminhamos à Casa Civil uma proposta de decreto sobre salvaguardas. Há sempre a preocupação de setores da indústria com a possibilidade de um surto de importações", informou. 

A ideia da abertura comercial, segundo Alckmin, é ampliar o acesso da população a produtos de melhor qualidade e menor preço.

“A sociedade ganha comprando produtos melhores e mais baratos", complementou.

Fonte: Reprodução | g1 | Folha de S. Paulo

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