Revista 40 Graus

Notícias

Blogs

Outros Canais

Geraldo Alckmin diz que dois estados brasileiros se recusaram a aderir à proposta de subvenção ao diesel importado

De acordo com o vice-presidente, a prioridade é garantir o fornecimento de combustível e minimizar os efeitos do conflito no Irã
Redação

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, informou, nesta quinta-feira (2), que apenas dois dos 27 estados brasileiros - Rio de Janeiro e Rondônia - se recusaram a aderir à proposta do Governo Federal de subvenção ao diesel importado para enfrentar as consequências da guerra no Irã. A declaração foi dada em um encontro com jornalistas que marca a saída de Alckmin do comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Foto: Reprodução | ANTONIO MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDOGeraldo Alckmin, vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

Ainda de acordo com o vice-presidente, “dois ou três" estados avaliam a questão e devem dar suas respectivas respostas até sexta-feira.

A subvenção irá depender, também, da adesão das distribuidoras de combustível. A medida, no entanto, não contou com a participação de três enormes empresas do setor, responsáveis por metade das importações privadas de diesel: Vibra, Ipiranga e Raízen.

“Sobre as distribuidoras, ouvi que algumas das grandes não tinham concordado. Qual é o caminho? É diálogo", disse Alckmin. “As distribuidoras ficaram com dúvida sobre metodologia, à medida que dou um subsídio, tem que ter contrapartida. [...] Qual é a orientação do governo? Diálogo, esclarecer e buscar entendimento com as distribuidoras. Uma parte já concordou, já aderiu, algumas grandes ainda não, o caminho é buscar o diálogo".

A prioridade agora, segundo o vice-presidente, é garantir o fornecimento de combustível e minimizar os efeitos do conflito no Oriente Médio.

“O que mais preocupa é o diesel e a primeira tarefa é garantir o abastecimento. A outra é minimizar os efeitos da guerra”, afirmou.

Fonte: Reprodução | O Globo | Folha de S. Paulo

Comente