Idoso “caçador de conversa” acusa Lourdes Melo e termina levando bronca legalista
Professora do PCO rebate acusação de furto e promete resposta jurídica ao vizinho provocadorSe tem algo que nunca falta na política piauiense é enredo, e dessa vez a protagonista é a professora e figura histórica do PCO, Lourdes Melo — que, entre uma candidatura e outra, agora precisou fazer uma escala nada glamourosa na Central de Flagrantes de Teresina.
Segundo o relato da própria Lourdes, ela apenas foi buscar objetos no apartamento que a filha havia alugado e sequer usado no condomínio Ipê, na zona Norte. Geladeira, máquina de lavar, itens na caixa — tudo perfeitamente dentro da lei e do bom senso. Mas bastou pisar no corredor para ser recebida por um vizinho já pronto para um debate eleitoral fora de época.
O senhor, que aparentemente confunde condomínio com palanque, teria iniciado a abordagem com ofensas e acusações, chamando-a de “baderneira”, como se isso fosse base jurídica para qualquer coisa. Depois, num salto lógico digno de novela, acusou Lourdes de furtar um colar — detalhe: ela afirma nunca ter entrado no apartamento dele.
Resultado? Polícia acionada, idas e vindas, testemunhas confirmando a versão dela e uma acusação que, até agora, parece mais fofoca condominial do que fato concreto.
Lourdes não ficou calada: classificou o episódio como uma tentativa de perseguição política e garantiu que a Justiça vai ser acionada — Defensoria, Ministério Público, tudo dentro do rigor legal. “É um idoso provocador, um caçador de conversa”, disparou, reforçando que não aceitará ser caluniada por alguém “sem prova nenhuma e ainda por cima bolsonarista mentiroso”.
Entre acusações infundadas e agendas políticas improvisadas, fica a lição: no Brasil, até troca de eletrodoméstico pode virar caso de polícia — dependendo, claro, do vizinho.
Fonte: Revista40graus, mídias, redes sociais e colaboradores
