Crime em queda, números em alta
PF apresenta balanço de 2025 e mostra que o “andar de cima” também entrou na miraSe alguém achava que 2025 seria um ano tranquilo para o crime organizado, a coletiva da Polícia Federal no Ministério da Justiça tratou de desfazer a ilusão. Nesta terça-feira (10/2), em Brasília, a PF apresentou um balanço que, convenhamos, não deve ter agradado muito às lideranças criminosas.
O diretor-geral Andrei Augusto Passos Rodrigues destacou resultados expressivos: recorde histórico de apreensão de drogas, quase quatro mil operações realizadas em todo o país, prisões de lideranças e cerca de R$ 10 bilhões retirados das engrenagens financeiras do crime organizado. Pelo visto, o “andar de cima” das organizações deixou de ser apenas figura de linguagem.
Além das grandes operações, a PF também acelerou serviços que impactam diretamente o cidadão, como a redução no prazo de entrega de passaportes — porque segurança pública também passa por eficiência administrativa.
Outro ponto enfatizado foi o fortalecimento das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado, com destaque para a parceria com a Polícia Rodoviária Federal. A cooperação internacional também foi decisiva no enfrentamento de grupos mais complexos, mostrando que o crime pode até tentar se globalizar, mas a resposta também cruzou fronteiras.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, reforçou a necessidade de presença efetiva do Estado no cotidiano da população, combinando respostas imediatas com ações estruturais de longo prazo. Já o diretor-geral da PRF, Antônio Fernando Souza Oliveira, também participou da apresentação, evidenciando a integração entre as forças federais.
No fim das contas, os números falam por si: enquanto o crime tenta se organizar, as forças de segurança parecem ter decidido organizar a resposta — e com planilha robusta para comprovar.
Veja aqui o relatório balanço das ações da Polícia Federal em 2025.
Fonte: Revista40graus, Polícia Federal e colaboradores
