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Crime sem rumo termina em cinzas e prisão no Norte do Piauí

Carro de motorista é achado queimado; suspeitos ajudaram a polícia sem querer
Redação

O desfecho de mais um crime brutal no Norte do Piauí parece seguir um roteiro já conhecido: violência sem sentido, tentativa frustrada de ocultar provas e, no fim, pistas deixadas pelos próprios suspeitos.

Foto: ReproduçãoO carro do motorista de aplicativo Francisco Allan Marques da Silva, de 27 anos, foi encontrado carbonizado no sábado (11), na zona rural do município de Brasileira, no Norte do Piauí
O carro do motorista de aplicativo Francisco Allan Marques da Silva, de 27 anos, foi encontrado carbonizado no sábado (11), na zona rural do município de Brasileira, no Norte do Piauí

O carro do motorista de aplicativo Francisco Allan Marques da Silva, de 27 anos, foi encontrado completamente carbonizado no sábado (11), na zona rural do município de Brasileira. Segundo o delegado Jorge Terceiro, do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), o veículo foi encaminhado para Teresina, onde passará por perícia.

“A perícia realizou exames e estamos aguardando os laudos”, informou.

Enquanto isso, a investigação segue reunindo elementos que, ironicamente, parecem ter sido facilitados pelos próprios envolvidos. Isso porque, de acordo com a polícia, o carro da vítima teria sido utilizado em outros crimes na região — uma estratégia que, longe de despistar, acabou chamando ainda mais atenção.

Foto: Redes SociaisFrancisco Allan Marques da Silva
Francisco Allan Marques da Silva

O corpo de Francisco Allan foi localizado no dia 8 de abril, em uma área de mata entre Altos e Alto Longá, após dias de buscas. Ele estava desaparecido desde 30 de março. A identificação foi feita por meio de tatuagens e roupas.

Seis pessoas foram presas durante uma operação do DHPP. Entre elas, um suspeito apontado como principal envolvido teria indicado um possível paradeiro do veículo que, como se viu depois, já havia sido deslocado.

Para o coordenador do DHPP, delegado Francisco Baretta, o grupo acabou se entregando pelas próprias ações.
“Eles se traíram no momento em que pegaram o carro e passaram a praticar crimes na região, utilizando inclusive o veículo da vítima para despistar a polícia”, destacou.

A principal linha de investigação é de latrocínio (roubo seguido de morte), um crime que, mais uma vez, mostra como a violência gera um efeito dominó atingindo não só a vítima, mas também famílias inteiras e até os próprios autores, que agora enfrentam a Justiça.

Observação – Revista 40 Graus:
Para que tanta violência? Para quê? Por quê? Olha as consequências: destruição de famílias, destruição inclusive da vida daqueles que praticaram o crime e dos seus mais próximos.

Fonte: Revista40graus, SSP-PI e colaboradores

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