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Pesquisa Genial/Quaest aponta que 52% dos entrevistados são contra a redução de penas para envolvidos no 8 de janeiro

Levantamento foi realizado entre os dias 8 e 11 de maio, com uma amostra de 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, em todo o país
Redação

A nova pesquisa Genial/Quaest divulgada neste domingo (17) aponta que 52% dos entrevistados são contra a redução das penas para os envolvidos nos atos antidemocráticos cometidos em 8 de janeiro de 2023.

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilManifestantes invadem o Congresso Nacional em 8 de janeiro de 2023 e atuam na vandalização de obras de arte, móveis e instalações arquitetônicas
Manifestantes invadem o Congresso Nacional em 8 de janeiro de 2023 e atuam na vandalização de obras de arte, móveis e instalações arquitetônicas

O levantamento se refere à Lei da Dosimetria, inicialmente vetada, em forma de projeto de lei, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O veto à proposta, no entanto, foi derrubado pelo Congresso Nacional. Com isso, a proposta foi promulgada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e se tornou lei.


A lei reduz as penas e o tempo que os condenados pelos atos golpistas precisarão passar presos em regime fechado. O texto impede a soma das penas dos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, e torna válida apenas a punição considerada mais grave.

Além disso, estabelece a redução de pena para crimes em contexto de multidão, desde que o condenado não tenha financiado os atos nem exercido papel de liderança.


De acordo com a norma, ainda cabe ao Supremo Tribunal Federal (STF) recalcular as punições aos condenados.

Metodologia
A pergunta feita durante a entrevista foi: “Você é a favor ou contra as reduções das penas dos envolvidos no 8 de janeiro?"


Os entrevistaram declararam:

  • Ser contra: 52%
  • Ser a favor: 39%
  • Não saber/não querer responder: 9%

A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 11 de maio, com uma amostra de 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Fonte: Reprodução | g1 | Folha de S. Paulo

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