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STF forma maioria para derrubar lei que proibia cotas raciais em Santa Catarina

Julgamento segue até a próxima sexta-feira (17)
Redação

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta quinta-feira (16), para declarar inconstitucional a lei aprovada no estado de Santa Catarina que proibia o ingresso, por meio de cotas raciais, de estudantes em instituições de ensino superior públicas ou que recebessem dinheiro do Estado. O placar, até o momento, está em 7 a 0.

Foto: Reprodução | Gustavo Moreno/STFFachada da sede do STF (Supremo Tribunal Federal), na Praça dos Três Poderes, em Brasília
Fachada da sede do STF (Supremo Tribunal Federal), na Praça dos Três Poderes, em Brasília

Os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Dias Tofolli, Edson Fachin e Flávio Dino foram favoráveis ao voto do relator, o ministro Gilmar Mendes — que votou pela inconstitucionalidade da lei.

O julgamento ocorre em plenário virtual desde a última sexta-feira (10) e segue até a próxima sexta (17). Os ministros André Mendonça, Luiz Fux e Nunes Marques ainda precisam registrar seus votos.

Lei aprovada em Santa Catarina

A lei que proibia a adoção de cotas raciais em instituições estaduais ou que recebessem verbas do governo catarinense foi sancionada pelo governador Jorginho Mello (PL) em janeiro. 

O governador argumentou que as cotas que não fossem destinadas a estudantes de baixa renda ou que estudassem em escolas públicas “colidir com os princípios da isonomia e da impessoalidade, ao criar distinções que não necessariamente refletem situações de desvantagem”.

Fonte: Reprodução | g1 | VEJA

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