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Corregedoria da PM prende cinco agentes suspeitos de cometerem crimes durante a megaoperação no Rio

Operação cumpriu dez mandados de busca e cinco de prisão; subtenente e dois sargentos estão entre os detidos
Redação
Foto: Reprodução | Bruna Fantti/FolhapressCorpos enfileirados em praça na Penha, após operação da polícia do Rio
Corpos enfileirados em praça na Penha, após operação da polícia do Rio

A Corregedoria da Polícia Militar prendeu, nesta sexta-feira (28), cinco agentes do Batalhão de Choque por crimes cometidos durante a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão no dia 28 de outubro. As investigações estão sob responsabilidade da 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM).

Uma das acusações apuradas pela Corregedoria, por meio da análise das câmeras corporais dos PMs, é o furto de um fuzil durante a operação. De acordo com o jornal O Globo, a arma seria revendida a criminosos.

Ao todo, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão. 

De acordo com o g1, três presos foram identificados. São eles:

  • O subtenente Marcelo Luiz do Amaral;
  • Os sargentos Eduardo Oliveira Coutinho e Diogo da Silva Souza.

Em nota, a Polícia Militar afirmou que “não compactua com possíveis desvios de conduta ou cometimento de crimes praticados por seus entes, punindo com rigor os envolvidos quando constatados os fatos”.

Confira a nota na íntegra:

“A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que a Corregedoria-Geral da Corporação iniciou, nesta sexta-feira (28/11), uma operação decorrente de investigações realizadas a partir da análise das imagens das Câmeras Operacionais Portáteis utilizadas pelos policiais militares no dia 28/10.

Na ação, estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão e dez mandados de busca e apreensão. Ao todo, dez policiais militares do Batalhão de Polícia de Choque são alvos da operação. As investigações estão sob responsabilidade da 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), que identificou indícios de cometimento de crimes militares no decorrer do serviço.

O comando da corporação reitera que não compactua com possíveis desvios de conduta ou cometimento de crimes praticados por seus entes, punindo com rigor os envolvidos quando constatados os fatos."

Fonte: Reprodução | g1 | UOL

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